Meca da bossa carioca terá apresentação única da cantora e compositora Juliana Areias, no dia 28 de dezembro
Direto da Austrália, onde lançou seu primeiro disco, “Bossa Nova Baby”, que traz um quê de samba, jazz, funk americano, tango, choro, pop e, claro, muita bossa, Juliana Areias promete esquentar a cena do lendário Beco das Garrafas ou Bottle´s Bar, nome original da meca da bossa nova, local onde Elis e Lennie Dale se apresentaram no começo de suas carreiras, como mostra “Elis – O Filme”:
(https://www.facebook.com/elisofilme/videos/1335198753177902/)
“Bossa Nova Baby” está estourado nas rádios da Austrália e é finalista em diversos prêmios na categoria World Music/Latin Jazz, tendo concorrido a Melhor Álbum do Ano em 2015 e 2016 no WAM AWARD. “Flecha” e “Maré Cheia” também foram finalistas na categoria Melhor Canção do Ano, no prêmio australiano WAM SOTY 2015.
Agora, o disco faz seu début em terras cariocas.
O lançamento oficial por aqui é parte do projeto “Brasilidades” da Bossa Nova Productions, uma parceria com a agência de entretenimento e rádio online Bossa Nova Club.
Estão escalados para esta apresentação única os músicos Natan Gomes (teclados), Humberto Mirabelli (violão e guitarra), Victor Bertrami (bateria), Rodrigo Villa (baixo) e Lelei Gracindo (sax/flauta) , no lugar de José Carlos Bigorna .
Juliana apresentará as 12 faixas de seu álbum e os clássicos da bossa nova à sua maneira: “Garota de Ipanema”, homenagem a Tom Jobim e ao violonista Raphael Rabello, falecido em 1995, que antes de morrer gravou com Paco de Lucia uma versão instrumental, “a mais bonita e original de todas”, segundo a Bossa Nova Baby; “Águas de Março”, que terá o arranjo original da gravação de Tom Jobim e Elis Regina; “Rio”, de Roberto Menescal, uma homenagem à Leny Andrade, a cantora que Juliana mais ouviu e que costumava chamá-la de “amiguinha das fotos” porque não largava sua máquina fotográfica em seus shows; além de “Paris, de Santos Dumont aos travestis”, de Moacyr Luz e Aldir Blanc, canção divertidíssima, que mistura português com francês, e retrata a mistura da musica brasileira.
“Para mim, esta volta ao Brasil vai ser muito especial. Lembro que ainda adolescente queria saber tudo sobre bossa nova e acabou que nessa época conheci o Ruy Castro, que estava lançando o livro “Chega de saudade – a história e as histórias da Bossa Nova”. Ele ficou encantado que uma garota da minha idade soubesse tanto do assunto e me apelidou de Bossa Nova Baby. A vida me levou a muitos lugares depois disso, me apresentei no Montreux Jazz Festival, Sydney Opera House e no Ronnie Scott Jazz Club de Londres, e acabei lançando meu primeiro álbum em outro país, mas no fim ainda sou a bebê da Bossa Nova e estou super feliz de apresentar esse trabalho autoral na minha terra”, comemora Areias.
Show de Juliana Areias no Beco das Garrafas
Local: Beco das Garrafas, Bottle’s Bar (R. Duvivier, 37 – J, K, L – Copacabana. Tel: (21) 2543-2962 shows@becodasgarrafas.mus.br
Data: 28 de dezembro
Horário: 21h
Preço: R$ 40
Vendas: pagamento em dinheiro na porta
Para ouvir “Flecha”, “Maré Cheia”, “Belas Artes” e “Última Canção de um Amor” em streaming:
https://soundcloud.com/juliana-areias-1/sets/bossa-nova-baby-cd-order
Fotos e vídeos em:
Sobre as faixas do álbum, por Juliana Areias:
“Flecha” é uma homenagem aos 450 anos do Rio. Pensei no próprio São Sebastião do Rio de Janeiro, com suas flechas e misturei à alegoria das flechas do Cupido, de Oxossi e do Centauro.
“Maré Cheia” foi composta em parceria com Johannes Dimyadi, violonista indonesiano, radicado na Nova Zelândia. É uma canção cheia de balanço, que cheira a mar e verão. Conta a história de um pescador e uma sereia se preparando para um encontro. Vale a pena assistir ao “Lyrics video” / Stop motion com a letra da música sendo lavada pelo mar da praia de Cottesloe, cartão postal da cidade de Perth. Tem participação da Lilás, minha filha: https://www.youtube.com/watch?v=abXomXnNhxY
“Garoto de Copacabana” é uma homenagem a Tom Jobim, à bossa nova e sua “Garota de Ipanema”.
“Dia a dia” é sobre a vivência em São Paulo, em ritmo de tango cinematográfico.
“Como Vai” é a canção pop do álbum. Tem ares de Steve Wonder e Rita Lee, que foi minha primeira referência, inclusive “Bossa Nova Baby” como um todo é dedicado a Rita Lee e Tom Jobim.
“Night in Takapuna” é a única canção em inglês do álbum e homenageia a praia de Takapuna, meu local favorito Auckland, Nova Zelândia, onde me tornei mãe.
“Estrela Acalanto” é para os filhotes Jobim e Lilás, nomes que escolhi em homenagem a Tom e Djavan.
“Última Canção de um amor” compus para Genebra, “Meu lugar”, para Salvador, e “Missão”, para Perth, cidades que amo e onde morei.
“Belas Artes” foi escrita para o artista e escultor cibernético australiano, Geoffrey Drake-Brockman, em mente, que virá ao Brasil pela primeira vez nessa turnê.
O que a imprensa já disse sobre a Bossa Nova Baby:
“Celebramos a nova face da música australiana com o excelente álbum de bossa nova da cantora brasileira, sediada em Perth, Juliana Areias”. – Lucky Oceans – Rádio ABC, Austrália
“Destaque na cena de Jazz de Perth, o lançamento do álbum Bossa Nova Baby eleva Juliana Areias a um novo patamar, acima de uma mera intérprete ou especialista de bossa nova. A cantora surpreende em uma elegante composição em parceria com Doug de Vries, o mais eminente violonista de sete cordas australiano”. – Tony Hillier, The Australian
“É bossa que bate bola com o jazz, como vem acontecendo desde os anos 1960, e que acerta o alvo”. – Antônio Carlos Miguel, G1
“Maravilhoso bebê brasileiro-australiano, ‘Bossa Nova Baby’ com composições contemporâneas de Bossa Nova”. – Patrick Van de Wiele, Key and Chords, Bélgica
“Ritmicamente perfeito e apaixonante performance vocal”. – John McBeath – Jazz and Beyond, The Australian
“Bossa nova pulsa forte”. – Tanya MacNauhton, The Western Suburbs, Austrália
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